quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Bairros La Condesa e Roma



Terminado nosso passeio pelo Museu Nacional de História, decidimos ir conhecer o bairro La Condesa (http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=430391). Decidimos pegar novamente o metrô da linha 01 (linha rosa) e voltar uma estação, desembarcamos na estação Insurgentes.

Esta estação era bem confusa,  era um complexo céu aberto tipo centro comercial.
Para sair de lá foi meio confuso, tivemos que pedir informação para uma policial que fazia a ronda no local. Acabamos saindo pela av. Chapultepec, passamos por vielas desertas. 

Ao conseguirmos sair, atravessamos a avenida Chapultepec e seguimos reto pela avenida Orizaba, no bairro Roma. Andamos cerca de 2 quadras até uma praça que naturalmente lembra o Brasil:  Praça Rio de Janeiro




A praça estava meio vazia, mas mesmo assim tinha pessoas ali tomando um sol, vendedores de doces. 

Saímos a caminhar depois pelas ruas Durango, Colima e Tabasco, famosas por terem casarões históricos.  Foi caminhando nestas ruas que percebemos uma coisa muito curiosa no México. Ao contrário do Brasil que possui os números das casas de 10 em 10 (pelo menos em Porto Alegre a grande maioria é assim).  Na Cidade do México a numeração é sequencial de 1 em 1. Ou seja, se você está no número 5 e quer ir no número 300, vai ter que passar 295 casas!

Eu, Marcos, fiz uma grande burrada numa rua dessas, ao querer visitar uma casa (indicada pela Júlia) de um famoso arquiteto:

Entramos na rua e fomos pro lado errado, quando percebemos que estávamos cada vez mais longe, quase desistimos (pois iamos ter que voltar umas 200 casas!).

Este bairro tinha coisas bem curiosas, um exemplo é esta calçada anti-skate, anti-bicicleta e anti-pedestre?
A calçada tinha vários altos e baixos.



O bairro também possuía muitos restaurantes, e principalmente casas antigas.
Saímos a caminhar em direção a uma grande avenida chamada Oaxaca.

Passamos por outra praça, feirinhas.



Caminhos pela Oaxaca, até a esquina com a Colima.
Ali Encontramos um shopping, chamado El Palácio de Hierro (https://www.elpalaciodehierro.com)

Paramos pra almoçar na elegante Citron:



Difícil escolha com tantas opções atraentes.
Decidimos então por um quiche ($ 50 pesos mexicanos):

E por uma lasanha de espinafre ($ 80 pesos mexicanos):

Ao total deu $ 130 pesos mexicanos, algo em torno de R$ 21 reais.


Terminado nosso almoço, saímos a olhar as diversas lojas (que não eram tão baratas, mas essa Veuve Clicquot de caixa laranja estava com preço em torno de R$ 120 reais, bem menos do que praticado nos supermercados brasileiros).

O legal do El Palácio de Hierro, é que ele possuía poucas paredes, a maioria das lojas eram tudo abertas, sem divisórias.

Saímos dali e começamos a caminhar 1,5 km em direção a rua  Mexicali nº 57, a Júlia tinha visto um prédio novo bem diferente num site de Arquitetura.  Antes de sair do Brasil conseguimos o e-mail da arquiteta que projetou para obter o endereço, pois na internet só apareciam as plantas.







 

Caminhamos até encontrarmos o referido prédio,



Já era quase 17:00, decidimos ir caminhando até o Parque México, e depois em direção a rua Amsterdam. Essa avenida por sinal, é no mínimo, diferente. Olhando no mapa do Google Maps, ela é num formato oval


Decidimos sair caminhando por toda a avenida Amsterdam, completando a volta.
Avistamos então um carro antigo abandonado na rua:







Paramos para descansar








E então retomamos nossa caminhada pela Amsterdam:





 Carro bem esquisito por sinal



Pelo que vimos, esse bairro é uma mistura de casas antigas e prédios modernos, difícil comparar com Porto Alegre, talvez seria um mix do Bonfim, com Rio Branco e Cidade Baixa.

Dali saímos caminhando em direção a avenida Insurgente Sur, lá encontramos mais uma lojinha da rede SanBorns, tão adorada pela Júlia (acho que nesta viagem conhecemos umas 15 lojinhas dessa rede em diferentes lugares).


A partir da Insurgentes Sur, resolvemos pegar um ônibus (se eu não me engano o custo era $ 5 pesos mexicanos por pessoa), fomos até a estação do metrô Insurgentes

O trajeto levou uns 5 minutos (3 estações do ônibus), visto que era domingo, o trânsito estava bem tranquilo nessa região. Descemos então de volta no centro comercial, e fizemos o caminho reverso do metrô. Pegamos a linha 01 (linha rosa) até a estação Piño Suarez  e dali pegamos a linha 02 (linha azul) até a estação Zócalo.

Ao contrário da calmaria nos bairros Condesa/Roma Norte, o centro estava bombando.
Principalmente o Zócalo e sua decoração Natalina.  Saímos a caminhar novamente pela Francisco Madero, e decidimos jantar no restaurante Palácio:







Na verdade, eu queria ter jantado no restaurante chinês que estava sempre cheio, mas por algum motivo desconhecido, no domingo a noite estava fechado. Resolvemos então jantar no Palácio.

Alguns pratos vinham com salmão grelhado, não tivemos dúvida, vamos experimentar um salmão (provavelmente canadense).

Eu pedi o prato abaixo, que por sinal tinha essas folhas verdes com gosto fortíssimo (e ruim).


e a Júlia pediu um outro prato de salmão, que veio com uma grande surpresa:
Acreditem...aquilo ali no lado esquerda é "palma de cactus" como eles chamam.
Era cactus cozido (com os respectivos espinhos retirados). Isso tinha um gosto difícil de explicar, parecia uma ervilha torta toda gosmenta. 

Eu sinceramente, não gostei. Mas a Júlia adorou.

O meu prato custou $ 130 pesos mexicanos, e o prato da Júlia custou $ 140 pesos mexicanos
e a água nos custou $ 22 pesos mexicanos. Ficamos até o restaurante fechar, tanto que tivemos que sair por uma porta de serviço, que dava pra uma galeria de lojas ao lado do restaurante.

No total a conta veio em $ 292 pesos mexicanos, algo em torno de R$ 47 reais.


O dia seguinte, mesmo sendo segunda-feira foi curioso, pois parecia o dia do descanso, muitas coisas estavam fechadas.






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